O terceiro capítulo decorre oito anos depois de Max Payne 2, com o nosso anti-herói fora do departamento de polícia da cidade de Nova Iorque, trabalhando agora como um agente de segurança privada em São Paulo, no Brasil.
A Edge disse que a experiência de Max Payne 3 faz lembrar Half-Life, pois sentimos "que não somos o herói, mas apenas um agente a tentar sobreviver num mundo desorganizado e violento".
O jogo também vai ser estritamente linear com mais sequências de acção, uma vez que "tanto os jogos como os jogadores tornaram-se mais sofisticados", segundo o que o director artístico Rob Nelson disse à revista. "Os jogadores esperam uma experiência mais cinemática, mesmo que a mecânica central continue a ser disparar."
O Motor Euphoria permite que Max faça o seu movimento de salto característico em tempo real e em qualquer lugar, reagindo de diferentes formas consoante o local onde se encontra, seja protegendo-se quando choca com uma parede ou quando cai de umas escadas. Houve também um cuidado especial na construção da inteligência artificial dos inimigos, para que "a força das balas" que afectam as personagens seja realista, avançou Nelson.
O Bullet Time vai regressar e continua a depender do número de inimigos que matamos. O detalhe gráfico presente em Red Dead Redemption também se encontra em Max Payne 3, mas "está fragmentado e mais lento para demonstrar os elementos da física do jogo".
O actor que deu voz a Max Payne, James McCafferty, também vai regressar e desta vez vai actuar num fato especial para capturar todos os seus movimentos, que depois vão ser aplicados no jogo.
Jogaram os títulos anteriores da série?

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